Suspeito pelo assassinato de MC Bakka é preso em Ubatuba após mais de 10 meses foragido; entenda como ocorreu a ação e os próximos passos da investigação.
Uma operação conduzida pela equipe do Grupo Especial de Policiamento Ambiental em Área de Risco (GEPAAR), vinculada à Polícia Militar Ambiental do Litoral Norte paulista, resultou na prisão de um homem responsabilizado pelo homicídio do cantor MC Bakka (nome real: Bruno César Antunes de Souza). O crime havia ocorrido em 2 de março de 2024, no bairro Estufa II, em Ubatuba (SP).
Durante patrulhamento no bairro Praia Grande, a equipe percebeu que o homem se comportou de maneira nervosa ao avistar a viatura e tentou fugir — a reação motivou a abordagem.
Após confirmação da identidade e verificação de mandado de prisão, o suspeito foi encaminhado à delegacia local, ficando à disposição da Justiça.
O crime que abalou Ubatuba
Contexto e vítimas
MC Bakka, de 39 anos, foi morto a tiros em frente à própria casa, com o filho de apenas 6 anos como testemunha. Segundo relatos, um dos disparos atingiu as costas da vítima, o que indica execução e agrava o contexto do crime.
Motivo e relação entre vítima e suspeito
A motivação do homicídio não foi plenamente esclarecida até o momento, mas investigações iniciais apontam que a vítima e o autor se conheciam — em determinado momento, o suspeito teria alugado imóvel para a vítima.
Acresce que, conforme publicação recente, o suspeito já havia sido condenado em janeiro de 2025, mas continuava foragido.
A prisão: como foi realizada e o que isso representa
A abordagem
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A ação policial ocorreu em patrulhamento rotineiro, mostrando a importância da presença da Polícia Ambiental em áreas menos vigiadas.
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A atitude suspeita do indivíduo (tentativa de fuga) foi determinante para a verificação de identidade e constatação de mandado de prisão.
Significado da captura
Essa prisão representa um avanço para a sensação de segurança local e demonstra que investigações por homicídio permanecem ativas mesmo após longo período. Além disso, evidencia que unidades especializadas, como GEPAAR, desempenham papel relevante fora dos cenários tradicionais de “crime ambiental”.
Próximos passos
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A investigação deverá aprofundar as motivações e a dinâmica do crime, sobretudo a relação entre vítima e suspeito.
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A prisão permitirá que o suspeito seja ouvido formalmente e que as provas sejam apresentadas à Justiça, consolidando o processo.
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A família da vítima poderá buscar respostas e reparação simbólica agora que a identificação do autor foi oficializada.
Fonte: Polícia Militar Ambiental
Foto: Redes sociais

